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O que é Fundo Dekassegui

O Fundo Mútuo de Investimento em Empresas Emergentes (Returning Entrepreuner Investment Fund) conhecido como Fundo Dekassegui - conta com um aporte de US$ 12,1 milhões.
Ele tem o objetivo de promover atividades empreendedoras dos dekasseguis (trabalhadores brasileiros que vão trabalhar em outro país em busca de retorno financeiro), principalmente os estavam no Japão, que tenham a experiência adequada e que desejem iniciar os seus negócios ao retornarem ao Brasil.

Histórico

O Fundo Dekassegui é uma ação do Sebrae-Nacional, BID/FUMIN , Banco Sudameris e Empresas de Participação (E.P. Brasil S/A).
Ele foi inicialmente anunciado em Tóquio, Japão, em fins de 1.999. Porém foi em 17 de maio de 2001 que o FUMIN anunciou a aprovação deste fundo que visa assistir aos dekasseguis.
A solenidade de assinatura do Fundo foi realizada no dia 12 de julho de 2001, em São Paulo, na sede do Sudameris, com a presença dos presidentes do BID e Sebrae Nacional, o Embaixador do Japão, autoridades do legislativo e executivo e representantes da colônia japonesa de diversos Estados.

O que é FUMIN

O FUMIN (Fundo Multilateral de Investimento) é um fundo independente administrado pelo BID (Banco Interamericano de Investimento) que promove o crescimento do setor privado.

De onde vem os recursos

O Fundo Dekassegui deverá contar com os seguintes recursos/funding:

Fumin/Bid ........ US$ 5.000.000,00

Sebrae.............. US$ 3.300.000,00

Banco Sudameris US$ 1.700.000,00

Empresas de participação (E.P Brasil S/A.) ..................US$ ..100.000,00
Outros investidoresUS$ 2.000.000,00
Total ................. US$ 12.100.000,00


Qual a finalidade do Fundo?

O Fundo Dekassegui atenderá a três finalidades básicas:
1) estimular o desenvolvimento de pequenos negócios;
2) canalizar poupanças existentes em utilizações produtivas;
3) apoiar principalmente o retorno dos dekassegui na abertura de novos negócios.
Ele também promoverá a criação de empregos, o empreendedorismo e uma cultura de investimentos socialmente responsável.

Quem pode participar do Fundo?

Poderão participar apenas Empresas de Participação (ou Sociedade Anônimas) que tenham a participação de pelo menos um dekassegui.
Serão contemplados negócios nas áreas de comércio, indústria, agronegócios e serviços, incluindo os de alta tecnologia
As empresas interessadas deverão apresentar um projeto que passará pelo crivo do Gestor do Fundo e do Comitê de Investimento.

Como será o investimento?

As empresas que forem selecionadas terão o Fundo como sócio, com investimento de 20 a 49% do capital (investimento em capital de risco).
Além do aporte financeiro, ter o BID/Fumin como sócio nos empreendimentos representa acesso a utilização de tecnologia de ponta, garantida pela sua experiência de investidor em PMEs de todos os países da América Latina e do Caribe.

Qual o prazo?

O Fundo espera retorno médio anual de investimento da ordem de 15% e, após 07 ou 10 anos, deverá sair da sociedade, através de mecanismos de saída previamente acordados entre as partes


Onde obter mais informações ?

Os interessados deverão entrar em contato com o gestor do Fundo, Sr. Sidney Chameh - tel: (0**11) 5504 6017
e-mail: schameh@dgf.com.br, do Sudameris.

Qual a previsão de operacionalização

O Fundo está aguardando a autorização da Câmara de Valores Imobiliários (CVM) e o início de sua operacionalização deverá ser em outubro de 2001.

Fonte: ABD - Associaçao Brasileira de Dekasseguis

Dekasseguis estão na mira de fundo de risco

Empresas de base tecnológica despertam maior interesse para aporte de capital VERA DANTAS

(13/04/2003) Dois anos de trabalho no Japão, no início dos anos 90, somados a uma longa experiência em automação comercial, foram decisivos para a expansão da fábrica do empresário William Yuzo Abe.

Neto de japoneses, ele trabalhou vários anos em empresas multinacionais e decidiu viajar para o exterior para uma reciclagem de conhecimentos. De volta ao Brasil como tantos outros dekasseguis, descendentes que vão ao Japão para trabalhar e juntar algum dinheiro antes de retornar, ele decidiu abrir seu próprio negócio. Assim, em 1994, nasceu a Incontrol, uma empresa especializada na produção de sensores para medição de volumes em indústrias diversas.

Mas foi há um ano que Abe se viu obrigado a recorrer a um empréstimo para dar continuidade ao crescimento da empresa. Porém, foi o fato de ter trabalhado no exterior que lhe deu crédito para receber apoio de um fundo de capital de risco com uma característica especial: ele é voltado para dekasseguis e outros empreendedores que se aperfeiçoaram em atividades fora do País.

Formado pelo Sebrae, Banco Sudameris e BID, o fundo Reif, ao se destinar a empresas com este perfil, mira a poupança de brasileiros residentes no Japão, que mandam em torno de US$ 2 bilhões por ano para o Brasil. Estes recursos são enviados para familiares e guardados para a compra da casa própria. Mas parte desta poupança, quando o dekassegui retorna ao Brasil, muitas vezes é destinada à abertura de uma pequena empresa, segundo o consultor do Sebrae, Américo Ciccarelli. O volume médio de investimento para esta finalidade é de US$ 40 mil a US$ 50 mil.

"É claro que não basta ser dekassegui ou ter trabalhado em outro país para receber apoio do fundo", diz Ciccarrelli. Para ser candidato a um aporte de capital neste caso, observa, é necessário que a empresa seja, de preferência, de base tecnológica ou com potencial de exportação e em início de atividade operacional.

Para obter recursos na faixa de R$ 3 milhões, a Incontrol apresentou um plano de negócios e dois produtos de alta tecnologia desenvolvidos no País.

"Estes produtos são nossos diferenciais em relação aos concorrentes estrangeiros", diz William Abe. A vantagem do produto nacional é o custo que, em alguns casos, chega a ser 35% mais barato que o equivalente importado, e assistência técnica.

Abe conta que os conhecimentos adquiridos em sua estada no Japão foram importantes para o desenvolvimento dos produtos. Hoje, ele tem 40 funcionários e planos de aumentar o quadro. Investiu em equipamentos e pretende em 12 meses chegar a um faturamento de R$ 3 milhões, praticamente o dobro do resultado alcançado em 2002. Para atender à demanda dos clientes e ao aumento de produção, ele transferiu sua fábrica de uma área de 700 metros quadrados para outra de três mil metros quadrados.

Filtro rigoroso - Outras empresas, cujos sócios são de origem nipônica, estão sendo analisadas pelo Reif. Uma delas desenvolve softwares em português e japonês para empresas japonesas no Brasil. Outro empreendimento em análise conta com um sócio que trabalhou por mais de 10 anos no Japão e desenvolve peças injetadas de plástico.

"O filtro de seleção é bastante rigoroso", diz o gestor do Reif, Sidney Chameh. Entre 400 empresas interessadas, apenas 2% são aprovadas para ter um sócio-investidor.

A maioria não se encaixa no perfil, ou porque não atua em um mercado considerado interessante ou porque o fundo tem restrições ao produto ou processo. Mas Chameh acredita no potencial de crescimento dos fundos no País. "As empresas de pequeno porte têm dificuldade de crédito e, no caso dos fundos, além de investimento, elas recebem consultoria estratégica", diz. O sócio do fundo permanece na empresa como parceiro por um prazo de cinco a dez anos, e a participação do investidor na sociedade varia conforme o negócio.

Em novembro do ano passado, Chameh esteve em Hamamatsu, no Japão, para uma apresentação do fundo para dekasseguis. Mas, além dos empreendedores de origem oriental, empresas com sócios que trabalharam em outros países também estão se candidatando. A Bry Tecnologia, por exemplo, que desenvolve sistemas de segurança para transações eletrônicas e deve faturar neste ano R$ 1 milhão, receberá em três anos R$ 8 milhões para a expansão de seu negócio. Segundo o gestor do Reif, um dos sócios da empresa esteve na Espanha e se especializou na área de tecnologia.

O diferencial da Bry, explica o sócio Carlos Roberto De Rolt, está no desenvolvimento de um sistema de tecnologia inédito que proporciona a autenticação de documentos eletrônicos. "No Brasil, não há nada parecido, somente nos Estados Unidos e na Alemanha", diz.

A empresa começou a vender seus produtos neste ano. "Decidimos procurar apoio em um fundo de capital de risco logo no começo do negócio. No Brasil, é importante a empresa chegar no mercado com força", afirma De Rolt.

Outro projeto que está para receber apoio é ligado ao setor de água mineral.

"Não podemos revelar o nome da empresa no momento, mas um dos sócios do negócio trabalhou 12 anos em um grupo de grande porte e esteve durante três anos na Venezuela."

Fonte: O Estado de São Paulo

Fundo REIF aposta na BRy Tecnologia

O Fundo REIF, Returning Entrepreneur Investment Fund, que tem como quotistas o Fundo Multilateral de Investimentos, pertencente ao BID (Banco Inter-americano de Desenvolvimento), Banco Sudameris, Sebrae Nacional e o Sebrae-SP, adquiriu 40% da BRy Tecnologia, empresa de capital nacional, que atua em segurança da informação. A operação também inclui investimentos que serão feitos nos próximos três anos, com o objetivo de auxiliar a BRy na expansão de seus negócios, dentro e fora do País. Apesar de ter apenas um ano de vida, a BRy pretende faturar de R$ 8 a R$ 10 milhões já nos próximos dois anos.

“O aporte de capital que recebemos é extremamente importante, pois viabiliza nosso plano de negócios, garantindo a expansão de nossas ações comerciais. Por outro lado, todo o processo de capitalização exige que a empresa tenha, desde o início, um sistema de gestão bem estruturado, garantindo flexibilidade, transparência, controle, e capacidade de suportar o crescimento previsto”, diz Carlos Roberto de Rolt, presidente da Bry.

Este tipo de investimento, também chamado de private equity, ou capital de risco, possibilita que os investidores participem como sócios da empresa, por um período de 4 a 7 anos. Além dos quotistas, a Sudameris Asset Management participa como administradora do Fundo, e a Decisão Gestão Financeira, DGF, é a gestora da operação.

Nosso principal objetivo é ajudar empreendedores a desenvolver ainda mais o setor de tecnologia no Brasil, afirma Amilton José Bardelotti, diretor da Sudameris Corretora.

Dentre tantos projetos recebidos pelo Fundo, a BRy despertou maior interesse por se destacar na criação de uma ampla base tecnológica, que inclui uma parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina, reconhecida hoje por ser um pólo desenvolvedor de tecnologias voltadas para segurança digital. Além disso, explica Bardelotti, a expertise do corpo administrativo, de desenvolvimento e comercial nos levaram a acreditar na proposta da BRy”.

Outro fator fundamental que levou o Fundo a apostar na proposta da BRy é o fato de que o setor de segurança da informação é o que mais cresce no Brasil, atualmente. Pesquisas indicam que pelo menos 35% dos executivos fazem dos investimentos em segurança uma prioridade, diz Sidney Chameh, diretor da Decisão Gestão Financeira. Partindo desta premissa, o novo corpo societário da empresa pretende oferecer serviços e produtos avançados para área de TI, fortalecendo a posição da BRy no mercado, e aprimorando a tecnologia desenvolvida nacionalmente.

Sobre o REIF O Fundo REIF - Returning Entrepeneur Investment Fund é um Fundo de Capital de Risco é formado pelo MIF, Fundo Multilateral de Investimentos, pertencente ao BID, Banco Inter-americano de Desenvolvimento, Sebrae Nacional, Sebrae-SP e pelo Banco Sudameris. O principal foco de investimentos são empresas que atuem no setor de Tecnologia da Informação, e que tenham um alto potencial de crescimento de receitas e lucros. O prazo de duração do Fundo é de 10 anos, e o patrimônio comprometido é de R$ 22 milhões. O Fundo é administrado pela Sudameris Asset Management e gerido pela Decisão Gestão Financeira.

Fonte: Bry Tecnologia

Fundos de U$ 5 bi para empresas criativas

Empresários criativos, que têm negócios diferenciados com alto potencial de retorno, podem contar com parceiros para conseguir recursos, sem precisar recorrer aos bancos: os fundos de capital de risco. Existem 50 desses fundos no País, que administram recursos da ordem de US$ 5 bilhões.

Esses fundos têm capital disponível para investir em novas empresas ou na ampliação e modernização de empresas já existentes. "Não faltam recursos para empresas com projetos inovadores", afirma Robert Binder, diretor da Associação Brasileira de Captadores de Recursos (ABCR) , que reúne investidores em busca de empresas para investir.

Pequenas se beneficiam

Os pequenos empreendedores são os mais beneficiados, desde que apresentem um plano de negócios, que será submetido para análise dos investidores.

Para obter recursos desses fundos, a empresa deve se transformar em uma sociedade anônima de capital fechado. Como os investimentos são de alto risco, já que novas empresas têm elevada taxa de mortalidade nos três primeiros anos de vida, os investidores estão interessados em empresas que tenham um diferencial no mercado.

"Os investidores preferem investir em empresas inovadoras, com especialidade em algum segmento, cujo negócio possa trazer retorno elevado para compensar o risco", diz.

Os investidores que entram com os recursos serão sócios da empresa, embora não necessariamente participem da gestão do negócio.

Para todos os setores

No passado, as empresas que receberam o maior montante de recursos foram as de tecnologia da informação. Hoje, diversos fundos têm investimento do BNDES, da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, e do Sebrae, que podem financiar empresas dos mais variados setores da indústria, do comércio e de serviços.

"Qualquer empresa que tenha um plano de negócios com objetivos bem definidos e que elabore um cronograma de investimentos pode ser beneficiada pelos investidores. Estamos abertos para avaliar as propostas", afirma Sidney Chameh, da Decisão Gestão Financeira, que administra o Fundo REIF, patrocinado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) , Banco Sudameris e Sebrae .

R$ 257 mi em 28 empresas

A ABCR e Thomson Venture Economics , empresa especializada em prospectar números do mercado de capital de risco no mundo, formaram uma parceria no Brasil para fornecer informações e números da atividade. Os primeiros números levantados são do segundo semestre de 2002.

A Thomson tem um banco de dados da indústria mundial de capital de risco desde 1961. No Brasil, esta é a primeira pesquisa oficial sobre o setor.

A pesquisa revelou que, no primeiro semestre de 2002 foram investidos R$ 257,1 milhões em 28 empresas. Os dados representam 54% do mercado brasileiro, já que não houve retorno total das respostas.

A pesquisa mostrou ainda que as empresas de capital de risco no Brasil estão focando seus investimentos na fase de expansão, principalmente em investimentos não tecnológicos. A maioria dos investimentos foram de empresas no estágio de expansão ou em aquisições de maior porte.

Assim como nos Estados Unidos, a indústria de biotecnologia no Brasil está começando a florescer. No País, elas receberam 14% dos investimentos no primeiro semestre de 2002.

FÁBRICA DE MEDIDORES OPTA POR CAPITAL DE RISCO E SE EXPANDE

Os fundos de risco foram a saída encontrada pelo empresário William Paul Yuzo Abe, dono da Intercol S.A. , para expandir seus negócios sem precisar recorrer aos caros e cada vez mais raros empréstimos bancários.

A empresa fabrica medidores de líquidos, gases e ar comprimido, e tem como seus principais clientes Petrobras , Comgás , Sabesp e empresas do setor automobilístico e de siderurgia.

William sabia do potencial de aumentar as vendas a sua clientela, mas precisava de recursos e estudou alternativas ao financiamento no banco, por considerar as taxas elevadas demais, com prazos reduzidos. Depois de pesquisar, ele decidiu, em uma primeira etapa, buscar recursos no exterior para depois optar pelo Fundo REIF. William já possuía uma empresa, mas precisava de novos recursos para modernizar seu parque industrial, laboratórios e equipamentos.

3 anos no Japão

Como o investimento era elevado, Abe decidiu sair do País para trabalhar e guardar dinheiro. Ficou três anos no Japão.

De volta ao Brasil, em 1992, Abe não voltou com recursos suficientes para investir na sua empresa. Passou a buscar outras alternativas de financiamento.

Por um amigo, professor do ITA, soube que o BID aportava recursos em fundos de capital de risco para investir em empresas de países emergentes.

“Foi quando resolvi procurar maiores informações sobre o assunto e descobri que existiam fundos que aplicavam em empresas como a minha, que precisavam de capital para se modernizar. Elaborei um plano de negócios e consegui obter os recursos”, disse William Abe.

Em outubro do ano passado, o empresário recebeu R$ 1,250 milhão do Fundo REIF para investir em sua empresa.

Os recursos foram utilizados na compra de um prédio novo, de um torno específico para a construção do medidor e na construção de novos laboratórios.

“Esse mercado, apesar de restrito a poucos fabricantes, precisa de constante modernização. Quem não for competitivo é excluído do mercado”.

Seus equipamentos medem vazão e nível. Em uma empresa como a Comgás, por exemplo, consegue medir a quantidade de gases que passam pela tubulação com o objetivo de medir o consumo local.

Dobrar o faturamento

Com os novos recursos, o empresário pretende ainda dobrar o faturamento em 2003, para R$ 3 milhões. Em 2002, a Intercol faturou R$ 1,5 milhão. A empresa, que tinha apenas 30 funcionários, contratou mais 11 empregados.

Segundo o diretor do Fundo REIF, Sidney Chameh, os investimentos destinados às empresas são avaliados num determinado período.

Após cinco anos, até o limite de dez anos, passado o investimento inicial, a empresa tem a opção de recomprar as ações dos investidores ou o fundo tem ainda a opção de vender a empresa a um terceiro, se achar quem pague mais pelo investimento.

O diretor comercial da Intercol, Sílvio Sinti, informou que o dinheiro do fundo permitiu um salto da empresa.

Entusiasmado, William Abe diz que pretende recomprar as ações dos investidores e manter as empresas sem os sócios capitalistas. “Estou me preparando para isso”.

Resultado positivo faz proprietário planejar a recompra de ações dos investidores para tocar seus negócios daqui para a frente.

Fonte: DIÁRIO DO COMÉRCIO & INDÚSTRIA

Links para os Sites do Fundo Reif e Gestores do Fundo

DGF Gestão de Fundos - http://www.dgf.com.br

Sobre a BRy Tecnologia - http://www.bry.com.br/empresa/investimentos.asp

 

E-mail: consultoria@portaldekassegui.com